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Exercício Clínico 07-08-2017
I-As seis medidas de prevenção:
a) Utilização racional de flúor.
O fluor reduz significativamente a prevalência de cárie sendo a sua utilização um dos factores mais importantes na prevenção.
b) Selantes de fissuras.
É importante selar os sulcos dos dentes com uma resina protectora, para reduzir o risco de desenvolver uma cárie quer em pacientes jovens, quer em pacientes adultos, quando o risco individual de cárie o justifica.
c) Vigilância profissional.
Existe uma diferença entre os primeiros sinais das doenças da boca e a presença bem anterior dos factores responsáveis. Só os estados precoces deste tipo de doeças poderão ser reversíveis.
d) Hábitos alimentares.
Os açucares estando presentes em quase todos os alimentos, será importante não só conhecer o que uma pessoa come mas também a forma como o faz. O tipo de alimentos, a anatomia dentária, o tempo de permanencia em boca são entre outros, factores a ter em conta.
e) Escolha dos instrumentos adequados para uma correcta higiene oral.
Um dente que não tenha placa bacteriana não irá desenvolver cárie sendo a escolha dos instrumentos adequados a cada situação, um ponto importante em prevenção. O aconselhamento de um profissional é essencial para obter bons resultados.
f) Fluxos e débitos salivares
II – Saúde oral e custos dos tratamentos:
A saúde oral é um problema essencialmente comportamental sendo que a sua abordagem não pode ser reduzida a factores exclusivamente económicos.
A medicina preventiva é a solução ideal que pode evitar custos elevados de tratamentos, que nunca deixarão de ser soluções de compromisso.
A nossa proposta: Educação para a saúde.
III-Reconhecimento de sinais iniciais das doenças da boca:
Em breve estarão disponíveis nesta secção documentos para uma melhor compreenção dos sinais iniciais do aparecimento de doenças da boca.
IV-Risco individual de cárie:
Para serem realmente eficazes, e terem efeitos duradouros, as intervenções preventivas não-invasivas têm de se focar na avaliação do risco individual de cárie do paciente, tendo cada pessoa as suas caracteristicas específicas. O risco individual de cárie depende de:
Medicamentos (uso prolongado de alimentos à base de glicose) ou doenças desfavoráveis (hipoplasias de esmalte e perturbações mentais ou fisicas que afectem a higiene).
Regularidade de visitas ao profissional de saúde oral.
Avaliação da quantidade de flúor a que o paciente está sujeito.
Avaliação de hábitos alimentares (essencialmente na frequência de ingestão de alimentos).
Contexto familiar e socioeconómico.
Existência de cáries activas (indicando que a doença ainda está em progressão).
Existência de muitas restaurações.
Existência de zonas de desmineralização do esmalte.
Controlo inadequado da placa bacteriana.
Realização de exames de despiste (testes salivares e exames radiográficos).